Inovação Educacional no Brasil

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“Em Educação tudo tende a virar moda muito rapidamente. Descobertas científicas e iniciativas positivas que poderiam resultar em grandes benefícios à Educação, logo se transformam em “modismos”. Estes têm o enorme poder de esvaziar o conteúdo de propostas, às vezes bastante válidas, destituindo-as de seu sentido original. Sem dúvida, os modismos, assim como os “slogans” e jargões são manisfestações explícitas de crenças e valores destituídos de bases em critérios de racionalidade. A inovação pedagógica se transformou num novo modismo, inútil e vazio. A palavra de ordem é inovar, sem se perguntar em função de que e a serviço de quem. Inovar para a “atualização histórica”, que nos remete à aceitação implícita de modelos que vêm de fora, sempre valoradas positivamente, uma vez que se revelaram (?) satisfatórias em países de adiantado grau de industrialização e sofisticação tecnológica? Ou, inovar a partir de uma realidade concreta, sem perder de vista a situação de dependência, que nos atrela aos centros hegemônicos do poder? Em síntese, inovar para que a desintegração cultural que caracteriza nossa sociedade permaneça, embora mais “atualizada”, ou inovar para a superação desta desintegração?” (Newton César Balzan)

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“Em Educação tudo tende a virar moda muito rapidamente. Descobertas científicas e iniciativas positivas que poderiam resultar em grandes benefícios à Educação, logo se transformam em “modismos”. Estes têm o enorme poder de esvaziar o conteúdo de propostas, às vezes bastante válidas, destituindo-as de seu sentido original. Sem dúvida, os modismos, assim como os “slogans” e jargões são manisfestações explícitas de crenças e valores destituídos de bases em critérios de racionalidade. A inovação pedagógica se transformou num novo modismo, inútil e vazio. A palavra de ordem é inovar, sem se perguntar em função de que e a serviço de quem. Inovar para a “atualização histórica”, que nos remete à aceitação implícita de modelos que vêm de fora, sempre valoradas positivamente, uma vez que se revelaram (?) satisfatórias em países de adiantado grau de industrialização e sofisticação tecnológica? Ou, inovar a partir de uma realidade concreta, sem perder de vista a situação de dependência, que nos atrela aos centros hegemônicos do poder? Em síntese, inovar para que a desintegração cultural que caracteriza nossa sociedade permaneça, embora mais “atualizada”, ou inovar para a superação desta desintegração?” (Newton César Balzan)

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