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Jacques Derrida: literatura, política e tradução

Jacques Derrida: literatura, política e tradução

Autor: Marcos Siscar


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Nº da Edição: 1ª edição (2013)

Nº de Páginas: 224

Isbn: 978-85-7496-292-4

Dimensões: 14x19 cm



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LIVRO FINALISTA DO 56º PRÊMIO JABUTI 2014 NA CATEGORIA EDUCAÇÃO

 

A obra de Siscar, na esteira de um amplo diálogo com a obra de Jacques Derrida, constrói-se num embate tanto com a lógica centrípeta das áreas do conhecimento quanto com as cartografias institucionais, movendo-se por caminhos novos e redesenhando, nesse movimento, seus próprios continentes. É importante ter sempre em conta que, para além de discutir as questões que lhe são caras, em Jacques Derrida: literatura, política e tradução, Siscar nos convida, em cada gesto de pensamento, a repensar os próprios lugares do pensar, bem como os limites de suas propriedades. Seria preciso lembrar que essa característica é também traço exemplar da obra de Derrida, bem como de sua recepção no Brasil. À parte os poucos casos de exceção no universo institucional da filosofia, é no campo dos estudos literários, mais especificamente no da teoria literária, a partir da década de 1970, e no campo dos estudos da tradução, a partir dos finas da década de 1980, que a obra de Derrida irá se disseminar mais amplamente no Brasil, encontrando algum abrigo (e resistência) nas franjas das instituições. Para além do horizonte de recepção da desconstrução e da obra de Jacques Derrida, o pensamento de Siscar constitui um importante marco no que diz respeito ao modo como literatura, política e tradução se dispõem em relação. Para o autor, pensar a tradução é também uma questão política no horizonte da literatura, nos mesmo termos em que pensar a literatura é também uma questão de tradução atravessada de dimensões políticas.


Nota introdutória

Dizer de um por dizer do outro

Literatura em desconstrução
- A desconstrução de Jacques Derrida
- O decálogo da desconstrução
  coautoria Érica Lima
- A literatura como indesconstrutível da desconstrução
- Como dar razão a Jean Genet: Jacques Derrida, leitor do texto literário 

Políticas da paixão
- Leituras da desconstrução
- A paixão ingrata: pequena história autobiográfica da aporia
- O coração transtornado 

O desafio da tradução
- Jacques Derrida, o intraduzível
- A dificuldade de origem
- O lugar institucional da tradução: traduzir, não traduzir, resistir à tradução de Derrida
- O inferno da tradução 

Referências bibliográficas

Nota bibliográfica

Sobre o autor


Marcos Siscar formou-se em letras pela Unicamp, onde também fez mestrado em teoria literária. Realizou doutorado na França, na Universidade de Paris VIII, sobre Jacques Derrida. Atualmente, é professor de teoria literária na Unicamp. Como tradutor, publicou obras de Tristan Corbière, Michel Deguy e Jacques Roubaud, além de poemas esparsos de autores como Herbert Read, Montale, Max Ernst, Nathalie Quintane, Jude Stéfan, Apollinaire. Como poeta, foi finalista do Jabuti (Metade da Arte, 2003) e do Portugal Telecom (O roubo do silêncio, 2006). Tem livros de poemas traduzidos na Argentina (No se dice, 2003) e na França (Le Rapt du Silence, 2007).


Editora Autores Associados

Autor: Marcos Siscar

ISBN: 978-85-7496-292-4

Edição: 1ª edição (2013)

Número de Páginas: 224

Formato: 14x19 cm

Peso: 0,250g

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