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Modos de ver a produção do Brasil

Modos de ver a produção do Brasil

Autor: José Ricardo de Figueiredo


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Nº da Edição: 1ª Edição (2004)

Nº de Páginas: 648

Isbn: 85-2830-307-1

Dimensões: 17x24 cm



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O livro Modos de ver a produção no Brasil, do militante político José Ricardo Figueiredo, apresenta o processo de estruturação social e econômica do Brasil. As 648 densas páginas revelam a nossa história por meio da visão de 40 intelectuais apreciados com destaque, além de vários outros. Segundo João Quartim de Moraes: "fazia muita falta uma exposição histórica abrangente e objetiva das teorias sobre a formação e evolução da sociedade brasileira. José Ricardo Figueiredo assume esse ambicioso projeto, oferecendo ao leitor um vasto painel que começa com o Tratado da Terra do Brasil e a História da Província Santa Cruz, a que vulgarmente chamamos Brasil, redigidos entre 1570 e 1576 por Pero de Magalhães Gandavo, e prossegue até os autores contemporâneos".
A exposição dos autores, por vezes, se faz de modo polêmico, porque Figueiredo não só expõe, como critica abertamente as visões de autores importantes como Caio Prado Júnior, Francisco de Oliveira, além de Jacob Gorender e Fernando Novais, recentemente expostos na mídia. Retomando uma polêmica fundamental acerca dos modos de produção na sociedade brasileira, Figueiredo aponta contradições entre estes autores e a conceituação marxista, nelas situando a origem das divergências que dificultam uma visão mais unitária sobre nossa história.


Apresentação

Primeira parte: VIsões da historiografia em geral 
Gandavo. O Brasil visto como a Costa
Fernão Cardim. O Brasil visto com admiração
Antonil. A visão proibida da opulência do Brasil
Varnhagen. O Brasil visto por sua aristocracia
Handelmann. O Brasil visto da Universidade de Kiel
Capistrano de Abreu. O povo visto por inteiro
Euclides da Cunha. O sertanejo visto pelo cidadão
Oliveira Vianna. O povo visto com preconceito
Alcântara Machado. O bandeirante visto pelo testamento
Gilberto Freyre. Uma visão eclética
Roberto Simonsen. O Brasil visto como capitalista
Victor Nunes Leal. O coronel visto no poder
Clovis Lugon. O guarani visto como utopia
Sérgio Buarque de Holanda. A conquista vista como amálgama
Jacques Lambert. Uma visão dualista
Celso Furtado. Uma visão estruturalista
Darcy Ribeiro. Uma visão personalíssima

Segunda parte: A visão marxista: os clássicos 
Marx e Engels. A história vista pelo trabalho
Engels. A visão enciclopédica
Marx. A visão minuciosa
Lenin. A visão aplicada

Terceira parte: A visão marxista brasileira
Everardo Dias. Uma visão da luta anticapitalista
Clóvis Moura. Uma visão da luta antiescravista
Rui Facó e outros. Visões da luta antifeudal
Nelson Werneck Sodré. A visão autocrítica
Alberto Passos Guimarães. A visão da continuidade
Ignácio Rangel. Outra visão dualista

Quarta parte: A revisão 
Modos de ver e de negar o feudalismo no Brasil 
Raymundo Faoro e Sylvia Franco. Visões weberianas
Caio Prado Júnior. Uma visão marxista
Florestan Fernandes e Cardoso de Mello. Visões ecléticas
Fernando Novais e Theotônio dos Santos. Visões circulacionistas
Francisco de Oliveira. Outra visão marxista
Ciro Cardoso. Uma visão dissociativa
Jacob Gorender. Outra visão dissociativa

Quinta parte: Reflexos da polêmica 
A hegemonia revisionista 
Manuel Conceição. A teoria vista pelo camponês
José Graziano da Silva e outros. Visões da década de 1980
Leonilde Medeiros e outros. Visões da década de 1990
Alguma réplica ortodoxa
Conclusão 

Referências bibliográficas


José Ricardo Figueiredo (Areado, MG, 1953) formou-se em engenharia mecânica pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica, ITA (1975). Dedicou-se depois ao ensino e à pesquisa na atual Faculdade de Engenharia Mecânica da Unicamp, onde fez seu mestrado (1980) e completou seu doutorado (1988).
Em paralelo à atuação acadêmica, desempenhou atividades de representação estudantil e profissional no Centro Acadêmico Santos Dumont, do ITA, na Associação de Brasileiros Estudantes de Pós-Graduação e Pesquisadores na Grã-Bretanha, onde iniciou seu doutorado, e na Associação de Docentes da Unicamp, de que foi presidente (1993-1995).
Sendo a Engenharia essencialmente voltada à produção, a abordagem deste livro é ligada, antes, às áreas da História, Sociologia e Economia Política. O interesse pelo tema dos modos de produção na história do Brasil, que revela uma preocupação do autor com a abrangência e a multidisciplinaridade do conhecimento, foi despertado no contexto daquelas primeiras atividades de representação estudantil. Por isso, o livro representa a consolidação de trinta anos de estudo neste tema. 


Editora Autores Associados

Autor: josé Ricardo de Figueiredo

ISBN: 85-2830-307-1

Edição: 1ª edição (2004)

Número de páginas: 648

Formato: 17x24 cm

Peso: 1kg

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