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Cidades imaginárias: o Brasil é menos urbano do que se calcula

Cidades imaginárias: o Brasil é menos urbano do que se calcula

Autor: José Eli da Veiga


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Nº da Edição: 2ª Edição (2003)

Nº de Páginas: 304

Isbn: 978-85-62019-12-8

Dimensões: 19x24 cm



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A necessidade de se romper com a precariedade que domina a visão oficial sobre o desenvolvimento territorial do Brasil é a mensagem mais frequente nos 60 artigos selecionados para compor este livro, entre os 120 publicados pelo jornal O Estado de S. Paulo até o final de 2001.

O entendimento do processo de urbanização do Brasil é atrapalhado por uma regra muito peculiar, que é a única no mundo. Este país considera urbana toda sede de município (cidade) e de distrito (vila), sejam quais foram suas características.

É absolutamente compreensível que poucos saibam que um terço da população brasileira é rural e que essa proporção poderá não diminuir nas próximas décadas. Todos somos vítimas da ficção oficial que o Brasil será 100% urbano por volta de 2030. Mas ninguém tem o direito de desconhecer as imensas desigualdades que hoje existem entre o Brasil urbano e o Brasil rural.


Prefácio

Introdução

I. Cidades imaginárias 

- Cidades Imaginárias: Estatuto mantém entulho getulista que produz a ficção de um País com população 82% urbana 

- Desenvolvimento e aglomeração populacional: Economias locais resultam de relações sinérgicas entre atividades urbanas e rurais 

- O Brasil é menos urbano do que se calcula: Metodologia oficial de cálculo do “grau de urbanização” no país está obsoleta 

- Cartografia do Brasil para o século 21: Mapas estampam o País dividido em 11 macropólos e 9 macroeixos 

- Vilão do desenvolvimento rural: Agricultura de ponta produz o avesso do ambiente propício ao dinamismo econômico 

- Jornalistas perdidos no espaço: Profissionais confundem caráter territorial com divisão setorial de atividades 

- Um virtuoso triângulo nas áreas rurais: Como a consciência ambiental pode impulsionar o crescimento em vez de ser um obstáculo? 

- Três padrões de ocupação espacial dos desenvolvidos: Primeiro Mundo desmente a idéia de que só a marcha para a urbanização desenvolve o campo 

- Dinâmica rural pós-corporativa: Não há nada mais equivocado do que imaginar que o “espaço rural” está reduzido à dimensão agropastoril 

- Terceira geração do desenvolvimento rural: Comunidades rurais tornam-se mais desenvolvidas incorporando o setor terciário 

- Mudanças na relação cidade-campo: Desmancha no ar a antes sólida separação entre produção e o chamado setor terciário 

- Nova dinâmica da economia rural: Foi-se o tempo em que a virtude da cidade era “arrancar a população do embrutecimento da vida no campo” 

II. Choque de mentalidades na agropecuária 

- Choque de mentalidades na agropecuária Conservadorismo ligado à tradição escravocrata e novas pesquisas do setor estão em campos opostos 

- Agricultores urbanos? Não se deve inferir que eles deixam o campo para encarar desemprego e violência nas cidades 

- Hibridismo no campo: Estratégias implicam opção preferencial entre o agronegócio e o desenvolvimento humano 

- Herança de Caio Prado Jr.: Questão agrária brasileira analisada há mais de 40 anos pelo intelectual continua a mesma: a pobreza rural 

- Um lugar chamado Feliz Município com mais alto índice de desenvolvimento humano do País mostra a vantagem da agricultura familiar 

- O subsídio agrícola que interessa: Sentido histórico da opção pela agricultura familiar é incorporar família rural à classe média 

- Expansão da agricultura familiar: Base para crescimento agrícola com redução da pobreza está presente em todas as regiões do País 

- Opção pela agricultura familiar: Brasil hesita em abandonar sistema patronal que cada vez emprega menos e amplia mais a exclusão 

- Pronaf avança apesar de sabotagens: Trezentos mil produtores passaram a ter um instrumento elementar de modernização: crédito de custeio 

- A extinção dos “pequenos”: Debate sobre tamanho da propriedade agrícola esquece que o mais importante é a forma de organização 

- Nunca fomos modernos: Como escapar do debate infrutífero entre arautos do agribusiness e militantes do MST 

- O padrão Binswanger de agricultura bem-sucedida: Para especialista do Banco Mundial, modelo brasileiro de desenvolvimento rural condenou País à miséria 

III. Licença para poluir 

- Licença para poluir: França resiste à fórmula cínica nascida nos EUA como evolução sofisticada da regulação convencional 

- O sexo dos anjos: Precariedade de arranjo institucional produz bizantinismo nas discussões sobre o clima 

- Incitações à ecoeficiência: Reforma tributária ecológica pode estimular mais ações empresariais ambientalmente corretas 

- Catástrofes ecológicas e crescimento econômico: Dirigentes podem não adotar precaução, se desastres ambientais ajudarem o desempenho da economia 

- A proliferação dos “formigueiros”: Em vez de pequenas e médias cidades crescerem, são metrópoles que tendem a expandir-se 

- Tributo ambiental: Maioria dos comportamentos prejudiciais biodiversidade é livre de taxação 

- Inexorável Lei da Entropia: Para o genial e proscrito Georgescu, princípio da termodinâmica obrigará a abandonar o crescimento 

- Integração entre economia e meio ambiente: Iniciativas esbarram em “Santa Aliança” dos principais poluidores com firmas de saneamento 

- Quina Ecológica: Cinco formas de incitar produtores e consumidores a preferir bens e serviços que não agridam ecossistemas 

- Valorando a natureza: Economistas abandonam teorias neoclássicas sobre o valor para pensar problemas ambientais 

- Biodiversidade e resiliência: Pesquisadores mostram que maior prejuízo econômico advém do aumento da vulnerabilidade de ecossistemas 

- Quanto vale um ecossistema? Economistas enfrentam o desafio de incorporar variáveis ambientais à contabilidade 

IV. Desenvolvimento e empregos 

- Desenvolvimento e empregos: O que sempre foi considerado ineficiente é agora um precioso trunfo no âmbito rural 

- Onde se cria mais emprego? Estudos mostram por que não é nada desprezível o dinamismo da economia rural 

- A vida boa no Vale do Rio Caí: Há no Brasil lugar em que agricultor com pouquíssima terra alcança alto índice de desenvolvimento 

- Caminhos da redução da pobreza: Enquanto Ipea discute, evidências internacionais e sondagem no Nordeste indicam rota para crescer 

- Articulações intermunicipais: Municípios catarinenses se organizam em 21 microrregiões para projetar e alcançar desenvolvimento 

- Desvendando segredos de eldorados brasileiros: Há no Vale do Itajaí aquele tipo de “magia” que há muito interroga a ciência econômica 

- Maravilhoso dragão da desigualdade? É uma extravagância considerar o desemprego um “mal de luxo” 

- Importa o dinamismo da empresa, não seu tamanho: Algumas condições para o surgimento e evolução de empresas dinâmicas já estão identificadas 

- Polêmica na comunidade das lebres: Esquenta o debate sobre a relação entre crescimento e combate à pobreza 

- Uma nova concepção de política social: OCDE analisa função econômica da proteção social, estudando distribuição de renda em nações desenvolvidas 

- Emprego e crescimento econômico: A visão reinante no Brasil sobre a agricultura familiar é vulgar e provinciana 

- Cenários da SAE para 2020: Pesquisadores do governo montam, com base em raciocínio discutível, três visões do futuro do Brasil 

V. Futuro da economia global 

- Futuro da economia global: Estudo publicado pela OCDE aponta prováveis rumos para o crescimento econômico mundial 

- Doutrina protecionista muito além do liberalismo: Há certa ingenuidade no combate ao subsídio agrícola e na sua defesa também 

- O jogo duplo dos ricos: Padrão protetor de política agrícola vinga nos países desenvolvidos, mas já há arrependidos 

- Uma bem-intencionada ilusão: Crescimento é a maior restrição à combinação das políticas econômicas e ambientais 

- Uma nova era de ouro? Economia mundial pode estar entrando na quinta fase de intensa expansão na história contemporânea 

- Os rumos da globalização: O que determina sua natureza é o novo comportamento das maiores empresas do mundo 

- Mistério do “empreendedorismo”: Apesar da certeza de que é essencial na economia, o sucesso empreendedor permanece desconhecido 

- Desenvolvimento territorial: Conceito pode substituir com vantagem noções que se restringem a fenômeno local, regional e nacional 

- Perfil de quem venceu a recessão: Dinamismo de regiões exemplares caracteriza-se por um grau brando de urbanização 

- Luzes de constelações econômicas: Algumas lições de regiões que se tornaram focos dinâmicos vencendo a recessão dominante 

- Protecionismo e enriquecimento: É válida a doutrina segundo a qual a história ensina que o livre comércio torna os países mais ricos? 

- O Nobel e o abandono do espartilho: Prêmio a Amartya Sen destaca a Economia Política, que recusa artificialismo da economia atual

 


José Eli da Veiga, 61, é professor titular da Faculdade de Economia (FEA) e orientador do Programa de Pós-Graduação do Instituto de Relações Internacionais (IRI) da Universidade de São Paulo, colunista do jornal Valor Econômico e da revista Página 22.  O desenvolvimento sustentável está no centro de suas preocupações há quase quarenta anos. Seu envolvimento com o tema vem do início dos anos setenta, quando trabalhou na Estação Central de Economia e Sociologia Rural, do INRA-Paris (Instituto Nacional da Pesquisa Agronômica, da França) e apresentou dissertação de mestrado sobre a política rural da Comunidade Europeia. Desde então, é o “ecodesenvolvimento” que dá sentido a todas as suas atividades, tanto como autor, docente e pesquisador, quanto em postos que ocupou na administração pública.


Editora Autores Associados 

Autor: José Eli da Veiga

ISBN: 85-7496-048-9

Edição: 2ª Edição (2003)

Páginas: 304

Formato: 19x24 cm

Peso: 0,660g

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