Sinopse
A organização deste livro, constituído por diversos escritos, foi interrompido pela morte do autor em janeiro de 1865. Pouco depois, um grupo de seis amigos de Proudhon reuniu os textos que faltavam para completá-lo e publicou o conjunto sob o título Do princípio da arte e de sua destinação social. Nossa tradução brasileira é fiel à primeira edição, e inclui as explicações dos responsáveis por ela, expostas na Advertência ao leitor.
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Indíce
Veja o Indice completo deste Livro.
Capítulo I 1
Questão geral levantada pelos ensaios de Courbet. – Contradição
das escolas: Necessidade de uma solução 1
Capítulo II 11
Do princípio da arte, ou da faculdade estética do homem 11
Capítulo III 19
Do ideal – Objetivo e definição da arte 19
Capítulo IV 29
Evolução histórica – Egito: Arte típica, simbólica, alegórica; liberdade
e força de coletividade na arte 29
Capítulo V 35
Grécia: Culto da forma, idealismo idolátrico – Corrupção da sociedade
pela arte; reação iconoclasta 35
Capítulo VI 41
A I
dade Média: Idealismo ascético 41
Capítulo VII 47
O Renascimento: Reabilitação da beleza; idealismo ambíguo.
Corrupção nova 47
Capítulo VIII 53
A R
eforma: A arte humaniza-se; prelúdio de uma renovação estética 53
Capítulo IX 61
R
evolução Francesa: Os clássicos e os românticos 61
Capítulo X 69
Confusão e irracionalidade da arte durante a primeira metade
do século XIX. David, E. Delacroix, Ingres, David (de Angers),
Rude, L. Robert, H. Vernet 69
Capítulo XI 103
Opinião de Chenavard sobre a degenerescência da arte e o fim próximo
da humanidade. – Dificuldades encontradas pela arte no século XIX.
A escola dita
realista nasce da irracionalidade geral 103
Capítulo XII 117
Em que termos se afirmou a nova escola. – Exame de alguns
quadros de Gustave Courbet: 1° Os Camponeses de Flagey
ou o Retorno da feira 117
Capítulo XIII 127
Continuação do mesmo assunto: a Fiandeira, o Enterro em Ornans,
a Banhista 127
Capítulo XIV 137
Caráter da arte no período que está começando: definição da nova
escola 137
Capítulo XV 147
Confirmação da teoria criticista. – Os Quebradores de pedras.
As Senhoritas do Sena 147
Capítulo XVI 155
Da prostituição na arte. – Severidade da escola crítica. Vênus e Psiquê 155
Capítulo XVII 165
Os Párocos ou O Retorno da Conferência 165
Capítulo XVIII 175
C
ourbet: sua personalidade. – Minhas restrições 175
Capítulo XIX 183
As escolas: conservação e progresso 183
Capítulo XX 189
Beleza divina e beleza humana 189
Capítulo XXI 195
Afirmação da escola crítica. – Objeções. – Incidente pessoal 195
Capítulo XXII 203
Da arte em suas relações com a consciência 203
Capítulo XXIII 211
Testemunhos estéticos da consciência nacional. – Monumentos e
embelezamentos modernos de Paris 211
Capítulo XXIV 223
Costumes artísticos. – Simples conselhos 223
Capítulo XXV 231
Conclusão 231
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