Indíce
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Capítulo I
Questão geral levantada pelos ensaios de Courbet. – Contradição
das escolas: Necessidade de uma solução
Capítulo II
Do princípio da arte, ou da faculdade estética do homem
Capítulo III
Do ideal – Objetivo e definição da arte
Capítulo IV
Evolução histórica – Egito: Arte típica, simbólica, alegórica; liberdade
e força de coletividade na arte
Capítulo V
Grécia: Culto da forma, idealismo idolátrico – Corrupção da sociedade
pela arte; reação iconoclasta
Capítulo VI
A Idade Média: Idealismo ascético
dade Média: Idealismo ascético
Capítulo VII
O Renascimento: Reabilitação da beleza; idealismo ambíguo.
Corrupção nova
Capítulo VIII
A Reforma: A arte humaniza-se; prelúdio de uma renovação estética
eforma: A arte humaniza-se; prelúdio de uma renovação estética
Capítulo IX
Revolução Francesa: Os clássicos e os românticos
evolução Francesa: Os clássicos e os românticos
Capítulo X
Confusão e irracionalidade da arte durante a primeira metade
do século XIX. David, E. Delacroix, Ingres, David (de Angers),
Rude, L. Robert, H. Vernet
Capítulo XI
Opinião de Chenavard sobre a degenerescência da arte e o fim próximo
da humanidade. – Dificuldades encontradas pela arte no século XIX.
A escola dita realista nasce da irracionalidade geral
realista nasce da irracionalidade geral
Capítulo XII
Em que termos se afirmou a nova escola. – Exame de alguns
quadros de Gustave Courbet: 1° Os Camponeses de Flagey
ou o Retorno da feira
Capítulo XIII
Continuação do mesmo assunto: a Fiandeira, o Enterro em Ornans,
a Banhista
Capítulo XIV
Caráter da arte no período que está começando: definição da nova
escola
Capítulo XV
Confirmação da teoria criticista. – Os Quebradores de pedras.
As Senhoritas do Sena
Capítulo XVI
Da prostituição na arte. – Severidade da escola crítica. Vênus e Psiquê
Capítulo XVII
Os Párocos ou O Retorno da Conferência
Capítulo XVIII
Courbet: sua personalidade. – Minhas restrições
ourbet: sua personalidade. – Minhas restrições
Capítulo XIX
As escolas: conservação e progresso
Capítulo XX
Beleza divina e beleza humana
Capítulo XXI
Afirmação da escola crítica. – Objeções. – Incidente pessoal
Capítulo XXII
Da arte em suas relações com a consciência
Capítulo XXIII
Testemunhos estéticos da consciência nacional. – Monumentos e
embelezamentos modernos de Paris
Capítulo XXIV
Costumes artísticos. – Simples conselhos
Capítulo XXV
Conclusão