Sinopse
Este livro apresenta o processo de estruturação social e econômica do Brasil através da visão de numerosos autores que contribuíram para a reconstrução teórica do modo da produção histórica de nosso país. Envolvendo pensadores de distintas formações e escolas teóricas, o livro adentra polêmicas diversas, como as razões da escravidão indígena e negra, o papel da miscigenação racial, as condicionantes de nosso atraso socioeconômico. A principal polêmica aqui considerada concerne à natureza dos modos de produção em nossa história. Apoio Fapesp. Co-edição Educ.
Indíce
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Apresentação
Primeira Parte. VISÕES DA HISTORIOGRAFIA EM GERAL
* Gandavo. O Brasil visto como a Costa
* Fernão Cardim. O Brasil visto com admiração
* Antonil. A visão proibida da opulência do Brasil
* Varnhagen. O Brasil visto por sua aristocracia
* Handelmann. O Brasil visto da Universidade de Kiel
* Capistrano de Abreu. O povo visto por inteiro
* Euclides da Cunha. O sertanejo visto pelo cidadão
* Oliveira Vianna. O povo visto com preconceito
* Alcântara Machado. O bandeirante visto pelo testamento
* Gilberto Freyre. Uma visão eclética
* Roberto Simonsen. O Brasil visto como capitalista
* Victor Nunes Leal. O coronel visto no poder
* Clovis Lugon. O guarani visto como utopia
* Sérgio Buarque de Holanda. A conquista vista como amálgama
* Jacques Lambert. Uma visão dualista
* Celso Furtado. Uma visão estruturalista
* Darcy Ribeiro. Uma visão personalíssima
Segunda Parte. A VISÃO MARXISTA: OS CLÁSSICOS
* Marx e Engels. A história vista pelo trabalho
* Engels. A visão enciclopédica
* Marx. A visão minuciosa
* Lenin. A visão aplicada
Terceira Parte. A VISÃO MARXISTA BRASILEIRA
* Everardo Dias. Uma visão da luta anticapitalista
* Clóvis Moura. Uma visão da luta antiescravista
* Rui Facó e outros. Visões da luta antifeudal
* Nelson Werneck Sodré. A visão autocrítica
* Alberto Passos Guimarães. A visão da continuidade
* Ignácio Rangel. Outra visão dualista
Quarta Parte. A REVISÃO
* Modos de ver e de negar o feudalismo no Brasil
* Raymundo Faoro e Sylvia Franco. Visões weberianas
* Caio Prado Júnior. Uma visão marxista
* Florestan Fernandes e Cardoso de Mello. Visões ecléticas
* Fernando Novais e Theotônio dos Santos. Visões circulacionistas
* Francisco de Oliveira. Outra visão marxista
* Ciro Cardoso. Uma visão dissociativa
* Jacob Gorender. Outra visão dissociativa
Quinta Parte. REFLEXOS DA POLÊMICA
* A hegemonia revisionista
* Manuel Conceição. A teoria vista pelo camponês
* José Graziano da Silva e outros. Visões da década de 1980
* Leonilde Medeiros e outros. Visões da década de 1990
* Alguma réplica ortodoxa
* Conclusão
Referências bibliográficas