Sinopse
Apresenta uma reflexão segundo a qual a metodologia de pesquisa em ciências humanas é percebida como algo abrangente, destacando a influência das alianças entre os diferentes sujeitos sociais e o papel dos grupos de referência formados com base em afinidades pessoais ou em função da identidade com alguma escola de pensamento, atuando no interior de uma sociedade caracterizada pela formação de elites.
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Indíce
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INTRODUÇÃO
CAPÍTULO UM: AS CIÊNCIAS HUMANAS
1. As ciências humanas
2. O estudo da metodologia nas ciências humanas
3. A produção nas ciências humanas
4. O vetor das ciências humanas: os três eixos evolutivos
CAPÍTULO DOIS: A FORMAÇÃO DAS ELITES
1. Elite e história
2. Os primórdios do capitalismo
3. A confusão contemporânea na formação de elites
4. Uma situação “mais ou menos” meritocrática
5. As elites no centro da análise
CAPÍTULO TRÊS: A PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO EM CONTEXTOS DETERMINADOS PELA FORMAÇÃO DE ELITES
1. As pessoas acreditam
2. O recurso do tipo ideal
3. Nazi-fascismo, socialismo real e capitalismo liberal enquanto tipos puros de formação e reprodução de elites
CAPÍTULO QUATRO: O TIPO PSICOLÓGICO BUSCA UMA PORTA DE ENTRADA
1. Normatividade apropriada e produção de conhecimento
2. As portas de entrada
3. A expectativa do comportamento racional
4. O caminho para a visibilidade
CAPÍTULO CINCO: DA DIMENSÃO COLETIVA PARA A DIMENSÃO PESSOAL: O PARADOXO DO DESONESTO E O MAÇOM MUTANTE
1. O público, o privado e o pessoal
2. A ciência e a subserviência
3. A ciência como mercadoria virtual
4. Metodologia de pesquisa e elites: o triunfo do maçom mutante
CONSIDERAÇÕES FINAIS
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
SOBRE O AUTOR